A Responsabilidade Social Corporativa (RSC) está a despertar um grande interesse por parte do sector empresarial.

Junho 12, 2008

A Responsabilidade Social Corporativa (RSC) está a despertar um grande interesse por parte do sector empresarial. Este novo modelo de gestão engloba um conjunto de práticas e estratégias voluntárias que perseguem um equilíbrio entre as dimensões económica, social e ambiental e como consequência gerir o impacto na sustentabilidade na hora de fazer negócio.

Uma das práticas mais utilizadas pelas empresas neste terreno é a elaboração de uma Memória de Sustentabilidade. Esta supõe uma interessante ferramenta de sistematização da informação que ajuda a compreender de forma integral como está a contribuir a organização com respeito ao objectivo do desenvolvimento sustentável. Ao mesmo tempo, permite detectar riscos e oportunidades meio-ambientais, identificar quais são as áreas de melhoria, fomentar a inovação, incrementar o prestígio e reputação corporativa, assim como conseguir vantagens competitivas e influenciar o comportamento empresarial.(Porter y Kramer “Strategy & Society).

A política de Responsabilidade Social Corporativa e a realização de memórias anuais tem como objectivo comunicar aos grupos de interesse, tanto internos como externos, as acções levadas a cabo pela organização no âmbito ambiental, social e económico e como comenta Francisco González no Relatório Anual 2007 de Responsabilidade Corporativa publicado pelo BBVA “servir como alavanca de inovação e transformação”. Apoia-se nos vários valores centrais do sistema de gestão: transparência informativa, comunicação/diálogo com os grupos de interesse e medição e seguimento de indicadores chave.

Para poder cumprir com todas estas premissas e informar sobre a sustentabilidade de uma forma clara e aberta, as companhias necessitam de um marco de trabalho comum, com uma linguagem uniforme e parâmetros que sirvam para comunicar de uma forma clara e transparente as questões relacionadas com a RSC.

Com o objectivo de criar un modelo universal de Memórias de Sustentabilidade  pôs-se en marcha em 1997 o Global Reporting Initiative (GRI), uma instituição independente que tem como missão elaborar e difundir o Guia para a Elaboração de Memórias de Sustentabilidade. Dois anos depois  publicou-se o primeiro “Guia para a elaboração de Memórias de Sustentabilidade”, cuja última actualização foi em 2006 (G3). Hoje em dia, cerca de 1.000 organizações em mais de 60 paises  declararam o uso do GRI Reporting Framework G3 como modelo para os relatórios de RSC.

As TI na gestão integral da RSC

Por outro lado, o GRI criou um grupo de sócios tecnológicos, em  que os principais provedores de desenvolvimento de software  se aliaram para apoiar a busca de melhores ferramentas de gestão da informação. Este tipo de soluções oferecem a possibilidade de levar a cabo uma gestão integral das práticas de RSC e sustentabilidade dentro das organizações, além de cumprir com as normativas governamentais, verificações e certificações assim como o compromisso que se tem com os nossos interesses  públicos.

Existem alguns sistemas de gestão que se desenvolveram para poder medir, vigiar e gerir os programas de responsabilidade social corporativa. Entre eles destaca-se WebFocus RSC, a primeira solução de mercado que permite às empresas controlar a sua estratégia de RSC e a integração dos protocolos de desenvolvimento sustentável, conforme os critérios estabelecidos pelo GRI e ou a norma AA1000, com uma aproximação do quadro de mando alinhado com a estratégia corporativa.

Com esta solução, o utilizador pode visualizar no seu écran um quadro onde se reconhecem todos os indicadores chave da sustentabilidade que foram definidos pelo GRI (por exemplo: inserção de pessoas incapacitadas, reciclagem de detritos, tratamento de águas residuais, emissões de CO2, consumo de electricidade…), que  permitem conhecer em tempo real como se desenvolve a estratégia de RSC, controlar tem a sua evolução e decidir em que áreas se tem de  incidir para corrigir qualquer desvio, com uma filosofia de quadro de mando que permite compreender quais são os principais objectivos e progressos nesta matéria.

Este tipo de software ajuda as empresas a implantar un Quadro de Mando com o que se pode controlar de forma fácil e intuitiva, e em uma só tabela, todos os componentes de Sustentabilidade nas  áreas Económica, Social e Meio-ambiental, começando pelas iniciativas, Aspectos e Indicadores GRI, tendências, objectivos etc. Desta maneira a organização poderá realizar análises, planificar estratégias, definir áreas de melhoria e partilhar a informação com outros utilizadores. Estes, por sua vez, poderão aceder à informação desde qualquer dispositivo com acesso à Internet, seja um computador de secretária, um portátil, PDAs ou telefone móvel.

Como resultado, as companhias vão  poder ter um controle rigoroso sobre o seu comportamento na Sustentabilidade, e o que é mais importante, como comentam Porter y Kramer: “aproximar a RSC estrategicamente de maneira que mais que um custo proporciona vantagens competitivas às empresas através da inovação, enquanto solucionam importantes problemas sociais”

Os investidores cada vez prestam mais atenção às práticas de responsabilidade corporativa como um sinal de boa gestão e vêem as práticas solidárias como mostra de um enfoque são frente ao risco, como no caso do BBVA com o lançamento em  2007 do Plano Social para a América Latina com um investimento de 0,7% dos benefícios líquidos da região, e a criação da Fundação BBVA para as Microfinanças dotada com 200 milhões de euros.

De facto, os consumidores de hoje em dia estão a inclinar-se mais a comprar productos de companhias que consideram socialmente responsáveis, o que propiciou que muitas empresas tomem decisões para posicionar a sua imagem dentro desta tendência, como por exemplo o caso da Toyota e os carros híbridos, o caso da Google e a sua luta contra a alteração climática ou o caso da Ikea e a  sua filial de projectos de energia renovável. Todos estes movimentos se podem seguir em portais temáticos de economia verde, como por exemplo www.greeneconomix.com, no qual a Information Builders participa como sponsor num esforço para patrocinar este tipo de iniciativas e fomentar a sustentabilidade.

 

Autor: José María García Soto

Vice-presidente da Região Sul da Europa e México da Information Builders.

Mais informação em www.informationbuilders.es


Saiba o que pode fazer para combater o aquecimento global.

Junho 9, 2008

Quinta-feira (5) foi o Dia Mundial do Meio Ambiente. E quem realmente se preocupa com o assunto pergunta-se: o que fazer para ajudar? Salvar o planeta pode parecer uma tarefa muito grande para ser feita por uma só pessoa, mas o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) garante: é possível, sim, fazer a diferença sozinho. Para isso, a agência reuniu uma série de dicas sobre o que fazer para contribuir com a luta contra o aquecimento global.

Com medidas simples, qualquer pessoa pode cortar pela metade a quantidade de dióxido de carbono que emite na atmosfera. Esse gás é o mais importante do efeito estufa, e o excesso de sua emissão pela actividade humana é considerado o maior responsável pelo aquecimento global.

Algumas das acções são pequenas, mas se fossem feitas por todos, o impacto seria enorme.

Por exemplo, se todos os passageiros de aviões mantivessem o peso de suas malas abaixo dos 20 kg, e comprassem o que precisassem no destino, haveria uma redução de 2 milhões de toneladas de dióxido de carbono emitidos por ano.

Outros exemplos:

 

Arte G1

Atitudes simples podem fazer a diferença.

(Fonte: Brasil/S.Paulo/G1Ciência/08-VI-9).


Biodiversidade na agenda política até 2010.

Junho 3, 2008

A convenção sobre a biodiversidade que teve lugar em Bonn terminou com a aprovação de metas para se tomarem medidas políticas sobre a gestão dos recursos naturais. Depois das alterações climáticas, os governos deparam-se com os efeitos que a perda da biodiversidade poderá vir a ter na economia.

Passou a haver um calendário e definições de etapas para que em 2010 haja um regime para a partilha equitativa dos recursos naturais entre os países que os detêm e os países que os exploram.

Segundo o relatório provisório que foi tornado público na convenção de Bonn, até 2050 a perda de florestas, das reservas piscícolas e da biodiversidade vai reduzir o PIB mundial em sete por cento. A população com menos recursos será a mais afectada. Estes “valores provisórios” são muito importantes para se perceber “a dimensão da perda”.

A aposta nos biocombustíveis para diminuir a emissão de gases com efeito de estufa também foi discutida. Apesar de ser uma das possibilidades para travar o aquecimento global e as alterações climáticas, a produção de combustíveis orgânicos é mais uma pressão sobre a biodiversidade, devido ao aumento da desflorestação para novos solos agrícolas.

Portugal teve um papel importante para a criação de um modelo para a Conservação Internacional em Zonas de mar alto. Os “critérios dos Açores” foram a base para a produção de uma lista de condições para se criar estes espaços. Todos os grandes oceanos serão zonas candidatas à conservação e o Atlântico não é excepção.

Uma das medidas decididas na convenção foi uma moratória contra a injecção de nutrientes nos oceanos para aumentar o crescimento de algas. O projecto tinha como finalidade combater o aquecimento global, já que o aumento do volume de algas retiraria CO2 das águas. Este CO2 ficaria preso na matéria orgânica depositada no fundo dos oceanos depois de as algas morrerem.

Esta medida tinha sido contestada por cientistas e ambientalistas que defendiam ser necessário fazer-se mais testes antes de se começar a adicionar quantidades de nutrientes para os oceanos.

Segundo o relatório a cada hora três espécies desaparecem da Terra. Vive-se o maior período de extinção dos últimos 65 milhões de anos. Espera-se que esta convenção faça da biodiversidade uma prioridade dos governos.

(Fonte: Lisboa/Público/Nicolau Ferreira/08-VI-2).


ONU aprova projecto de criação de um IPCC da biodiversidade.

Maio 29, 2008

Os defensores da biodiversidade terão em breve à sua disposição um instrumento tão poderoso para avaliar o desaparecimento das espécies animais e vegetais como o Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas, o IPCC, vencedor do Prémio Nobel da Paz 2007.

Um passo à frente decisivo rumo à criação desse IPCC da biodiversidade foi dado nesta quinta-feira, em Bonn, onde foi realizada a conferência dos países membros da Convenção da ONU para a Diversidade Biológica (CDB).

“Decidiu-se convocar uma reunião intergovernamental para Novembro com o objectivo de concluir e lançar esse mecanismo”, declarou à AFP Didier Babin, que dirige o projecto há três anos.

Essa decisão que foi adoptada em grupo de trabalho, deverá ser retificada na sexta-feira em sessão plenária pela conferência.

“Estamos nos trilhos. É necessária uma validação política de alto nível”, afirmou ele, acrescentando que a reunião de Novembro, cujo local ainda não foi escolhido, poderá ser realizada em nível ministerial.

A idéia é instaurar uma rede de especialistas que possa desempenhar pela biodiversidade o mesmo papel de interacção entre os cientistas e políticos que os especialistas do IPCC para o aquecimento global.

A biodiversidade é um desafio maior, tanto para a redução da pobreza, para o aprovisionamento de água potável, para o fim dos conflitos ligados à utilização e à apropriação de recursos renováveis, quanto para a saúde.

Mas devido à complexidade dessas questões, a comunidade científica que estuda esse tema está muito fragmentada, e suas idéias não chegam aos ouvidos dos líderes políticos.

“A informação científica sobre a biodiversidade está muito dispersa. É preciso estabelecer relatórios que tenham impacto”, considerou Didier Babin.

Para Abdul Zakri, que co-presidiu a Avaliação do Milénio dos Ecossistemas do Planeta de 20O1 a 2005, “o IPCC é verdadeiramente um modelo muito forte no qual é preciso se inspirar para realizar avaliações sobre a biodiversidade”.

Os três pontos fortes do grupo de especialistas sobre o clima devem ser a “credibilidade científica”, a “pertinência” e a “legitimidade política”.

A erosão da biodiversidade é tão grave quanto as mudanças climáticas, mas a problemática suscitada carece de visibilidade.

“Não é um processo claro como o do aquecimento global, como o derretimento das geleiras do Árctico e da neve do Kilimanjaro”, explicou à AFP Abdul Zakri, hoje director do Instituto para os Estudos Avançados das Nações Unidas no Japão.

Se o clima representa um desafio mundial, comum ao conjunto da humanidade, a biodiversidade também abrange os desafios nacionais de maneira mais directa, como a protecção dos mangues, a pesca predatória, o desmatamento.

“Com isso, alguns países tendem a proteger de maneria egoísta sua soberania”, ressaltou Abdul Zakri.

Portanto, “temos muito a aprender sobre o planeta”, acrescentou.

Um IPCC da biodiversidade permitiria “organizar melhor as informações básicas e fazer alguns temas emergirem”, considerou Didier Babin.

Por exemplo, “se pudéssemos dispor de um relatório completo sobre o impacto dos biocombustíveis sobre a biodiversidade há um ano, conseguiríamos avançar muito mais rápido nessa questão em Bonn”, afirmou Babin.

A idéia da criação de um IPCC da biodiversidade foi mencionada em janeiro 2005 em Paris, durante uma confêrencia internacional, por iniciativa do presidente Jacques Chirac.

(Fonte: Alemanha/Bonn/AFP/08-V-29).


Preços estáveis de Reduções Certificadas de Emissões (RCEs) ignoram mercado de European Union Allowances (EUAs).

Maio 12, 2008

Os preços das Reduções Certificadas de Emissões (RCEs) apresentaram pouco movimento em Abril, tanto nos mercados para créditos expedidos quanto para os que ainda estão para ser expedidos. Entretanto, os preços emergentes de algumas vendas envolvendo créditos de projectos de energias renováveis na China chamaram a atenção.

O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) da ONU continua a ganhar espaço com 135 milhões de RCEs já expedidas e mais de 1000 projectos de redução das emissões em países em desenvolvimento já registados.O mercado secundário esteve muito estável ao longo do último mês com os preços de RCEs confinados a uma margem estreita de cerca de 16 euros. Em 2 de Maio, as RCEs para entrega em Dezembro de 2008 fecharam em 16,10 euros na bolsa europeia Nord Pool. Cada RCE representa a redução da emissão de uma tonelada de CO2 equivalente.

O mercado de RCEs não seguiu a actividade crescente do mercado de Permissões da União Europeia (EUAs – European Union Allowances) que apresentou preços superiores a 25 euros em Abril, 15% acima do início do mês. A diferença entre os dois aumentou para 9 euros, apesar de uma baixa nos preços das EUAs ao longo da última semana ter mantido a diferença em cerca de 8,40 euros em 2 de Maio. Há alguns meses a diferença era de 5 euros.

Ao menos por enquanto, as RCEs secundárias  desligaram-se do mercado de EUAs. Ao longo do último ano, elas estiveram intimamente relacionadas desde que as negociações de RCEs expedidas deslancharam.

No mercado primário, os preços não parecem ter-se alterado muito durante todo este ano com acordos de compra de RCEs ainda a serem feitos (projectos em vias de desenvolvimento) sob preços entre 7 e 13 euros, dependendo do estágio de desenvolvimento do projecto, da divisão dos riscos entre comprador e vendedor, do tipo de actividade de redução das emissões e do país anfitrião do projecto.

A Bolsa de Carbono da Ásia (ACX-change) leiloou com sucesso 755 mil RCEs provenientes de cinco projectos de energias renováveis na China com preços entre 7 e 13 euros. Esta foi tecnicamente uma transação do mercado secundário, pois o comprador/financiador europeu original do projecto estava vendendo os direitos para entrega futura dos créditos. Os preços, entretanto, refletem o mercado primário ao passo que as RCEs vêm de projectos em várias fases de desenvolvimento e a entrega não é garantida.

Surpreendente para alguns participantes do mercado foi a notícia no mês passado de um grande contrato de compra de reduções de emissão equivalentes a 15 milhões de RCEs proveniente de projectos de energia eólica na China, onde os preços foram tipicamente baixos. Neste contrato, as RCEs custaram entre 12 a 13 euros, apesar de os projectos ainda não terem sido validados e nem registrados na ONU.

Os preços mais altos do que o esperado talvez reflictam o menor risco actualmente relacionado à energia eólica na China, devido ao sólido apoio do governo às energias renováveis e o sucesso que vários desenvolvedores de projectos estão alcançando ao instalar as usinas neste país.

 

(Fonte: Carbon News and Info>Carbon Trading Prices>Relatório de Mercado de RCEs/Traduzido por Fernanda B. Muller, CarbonoBrasil/08-V-8).


Aquecimento global ameaça insectos tropicais de extinção, diz estudo.

Maio 6, 2008

Muitos insectos tropicais correm o risco de ser extintos até o final deste século caso não consigam adaptar-se ao aumento previsto nas temperaturas globais, indica um estudo realizado por pesquisadores americanos.

A pesquisa, coordenada pela Universidade de Washington, sugere que os insectos das regiões tropicais são mais sensíveis às mudanças de temperatura do que aqueles originários de outras partes do planeta.

Segundo os cientistas, em latitudes mais altas pode ocorrer o inverso, com uma explosão na população de insectos.

Os pesquisadores afirmam que essas mudanças no número de insectos em determinadas regiões podem ter efeitos secundários na polinização das plantas e nos estoques de alimentos.

Mudanças de temperatura

No estudo, publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, os pesquisadores americanos analisaram como as mudanças de temperatura entre 1950 e 2000 afetaram 38 espécies de insectos.

Segundo os cientistas, os organismos de sangue frio não conseguem regular a temperatura corporal como os animais de sangue quente.

Suas táticas estão limitadas a buscar abrigo na sombra quando está quente ou ficar ao sol quando está frio.

Os cientistas prevêem que essas espécies terão de lutar para sobreviver com o aumento de 5,4 C na temperatura previsto até 2100.

Os pesquisadores afirmam que, mesmo que algumas espécies sejam capazes de migrar para latitudes mais altas ou evoluir para se adaptar ao clima mais quente, é provável que outras desapareçam.

Muitos insectos tropicais correm o risco de ser extintos até o final deste século caso não consigam adaptar-se ao aumento previsto nas temperaturas globais, indica um estudo realizado por pesquisadores americanos.

A pesquisa, coordenada pela Universidade de Washington, sugere que os insectos das regiões tropicais são mais sensíveis às mudanças de temperatura do que aqueles originários de outras partes do planeta.

Segundo os cientistas, em latitudes mais altas pode ocorrer o inverso, com uma explosão na população de insectos.

Os pesquisadores afirmam que essas mudanças no número de insectos em determinadas regiões podem ter efeitos secundários na polinização das plantas e nos estoques de alimentos.

Mudanças de temperatura

No estudo, publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, os pesquisadores americanos analisaram como as mudanças de temperatura entre 1950 e 2000 afetaram 38 espécies de insectos.

Segundo os cientistas, os organismos de sangue frio não conseguem regular a temperatura corporal como os animais de sangue quente.

Suas táticas estão limitadas a buscar abrigo na sombra quando está quente ou ficar ao sol quando está frio.

Os cientistas prevêem que essas espécies terão de lutar para sobreviver com o aumento de 5,4 C na temperatura previsto até 2100.

Os pesquisadores afirmam que, mesmo que algumas espécies sejam capazes de migrar para latitudes mais altas ou evoluir para se adaptar ao clima mais quente, é provável que outras desapareçam.

(Fonte: Washington/AFP/BBC/Folhaonline/08-V-6).


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